Catetos (em breve)

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Caititu, cateto, tateto, patira, pecari ou porco-do-mato (Tayassu tajacu) é um mamífero da ordem dos artiodáctilos, família Tayassuidae da América do Sul.

Morfologia

O caititu é erroneamente chamado de porco-do-mato devido à sua aparente semelhança com os javalis (Sus scrofa). Entretanto, várias características anatômicas o tornam diferente, tais como: a presença de uma glândula odorífera na região dorsal e de uma cauda vestigial de 15 a 55 mm; o osso da perna fundido ao do pé, que resulta em três dígitos na pata posterior, o fígado reduzido, a ausência de vesícula biliar e a presença de um estômago compartimentalizado em estômago glandular, bolsa gástrica e dois sacos cegos (o saco cego cranioventral e saco cego caudodorsal).[1] A presença desse tipo de estômago permite que os caititus se alimentem de itens diversos, incluindo alimentos fibrosos, sobras de legumes, frutos e pequenos vertebrados.

Quando adultos, medem de 75 a 100 cm de comprimento e aproximadamente 45 cm de altura. O peso varia de 14 a 30 kg. A espécie apresenta uma cauda vestigial e um focinho alongado com disco móvel terminal, patas curtas e delgadas e pés pequenos proporcionalmente ao resto do corpo. As patas dianteiras possuem quatro dígitos, sendo dois destes funcionais e as traseiras possuem um dos dígitos não funcional. A espécie possui 38 dentes, sendo os caninos superiores os que mais se destacam. Diferentemente dos porcos verdadeiros, seus caninos são relativamente pequenos e com o crescimento reto e para baixo. Possuem o comportamento de bater os dentes como mecanismo de defesa quando se sentem ameaçados.

A pelagem é longa e áspera, geralmente de tonalidade cinza mesclada de preto, com uma faixa de pelos brancos ao redor do pescoço que dá o aspecto de um colar. Na região dorsal possuem uma crina de pelos mais longos e escuros, que eriçam em situações de estresse ou quando demonstram comportamentos de ameaça. Não existe dimorfismo sexual nessa espécie. No entanto, é possível visualizar o escroto dos machos a curtas distâncias. A glândula dorsal se localiza de 15 a 20 cm na região anterior a base da cauda[5] e tem como função a marcação territorial e social.

Hábitos

Em condições naturais, os hábitos alimentares dos caititus são determinados de acordo com a disponibilidade de alimento. Nas regiões áridas dos Estados Unidos, alimentam-se basicamente de plantas suculentas do gênero Opuntia,[7] já na caatinga brasileira, um amplo bioma xerófito, sua alimentação se compõe de raízes, tubérculos e sementes, visto que a disponibilidade de frutos e folhas depende de um regime de chuvas que pode não existir durante os períodos de secas severas nessa região.[9] Nas florestas tropicais são essencialmente frugívoros,[10] sua alimentação principal são frutos, folhas, raízes e tubérculos, mas podem, eventualmente, consumir larvas, insetos, anfíbios, répteis, entre outros, como fonte de proteína.

Habitat

Atualmente, os pecaris distribuem-se desde o sul dos Estados Unidos, passando por toda América Central e América do Sul a leste dos Andes, até o norte da Argentina. 

Esses animais habitam uma grande variedade de ambientes, como áreas desérticas e campos abertos do Arizona e Texas, nos Estados Unidos; florestas tropicais e semitropicais, no Brasil e o chaco paraguaio. Apesar dessa ampla distribuição, os caititus não habitam áreas de altitudes elevadas. 

A unidade social dos caititus varia consideravelmente em tamanho, mas eles tendem a formar na natureza grupos sociais coesos e estáveis,[13] de 5 a 15 indivíduos de diferentes faixas etárias, com um ou mais machos e várias fêmeas adultas.[14] Existe a hipótese de que os caititus foram selecionados para viver em grupos, como uma estratégia para defesa conjunta contra os predadores, já que são presas de grandes carnívoros como os jaguares e coiotes na América do Norte[15] e de onças-pintadas, pardas e, ocasionalmente, de jacarés no Brasil. Em determinadas épocas do ano, ocorre a formação de grandes agrupamentos com mais de 50 animais, pela fusão de dois ou mais grupos.[16] É possível que esses agrupamentos aconteçam como uma resposta dos pecaris às condições de forrageamento ou aos maiores riscos de predação.[17]

A glândula de cheiro presente nesses animais produz uma substância oleaginosa de forte odor, que é utilizada em contextos sociais e não-sociais, como, por exemplo, quando é esfregada em árvores e outros objetos para a marcação territorial. Os grupos de caititus se mantêm coesos através dessas marcações nos indivíduos, pois têm pouca orientação visual, mas o olfato bastante desenvolvido.[4] Através dos comportamentos de esfregamento, recíproco e não-recíproco, os animais esfregam suas glândulas de cheiro uns nos outros, possibilitando aos indivíduos reconhecerem a identidade dos membros do grupo, mantendo, dessa forma, a integridade do bando.[20]

 

Capivaras (em breve)

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Encontrada em certas áreas das Américas do Sul e Central, próximo a rios e lagos, a capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) é o maior roedor herbívoro do mundo. Alimenta-se de capins e ervas, comuns em várzeas e alagados, e pode chegar a pesar até 80 kg.

No Rio Grande do Sul, é também conhecida por capincho ou carpincho.

É uma excelente nadadora, tendo inclusive pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e a usa como defesa, escondendo-se de seus predadores. Ela pode permanecer submersa por alguns minutos. A capivara também é conhecida por dormir submersa com apenas o focinho fora d'água.

No Pantanal, seus principais períodos de atividade são pela manhã e à tardinha, mas em áreas mais críticas podem tornar-se exclusivamente noturnas. Nas décadas de 60 e 70 as capivaras foram caçadas comercialmente no Pantanal, por sua pele e pelo seu óleo que era considerado como tendo propriedades medicinais. Estudos posteriores indicam que pode haver, no mínimo, cerca de 400 mil capivaras em todo o Pantanal. 

A capivara, como animal pastador, utiliza a água como refúgio, e não como fonte de alimentos, o que a torna muito tolerante à vida em ambientes alterados pelo homem: tornou-se famoso o caso da "capivara da lagoa", que viveu durante meses no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas na área urbana do Rio de Janeiro, assim como é notória a presença de capivaras em partes dos rios Tietê e Pinheiros, em plena São Paulo, apesar do altíssimo índice de poluição destes rios.

Nas regiões ao longo do Rio Paraná no sul do Brasil e norte da Argentina, as capivaras são freqüentemente capturadas e aprisionadas para criações em cativeiro ou para serem abatidas como carne de caça.

Entretanto, no Brasil, esta prática tem de ser precedida de projeto e licenciada pelos órgãos de controle ambiental sob pena de configurar crime ambiental, já que a capivara é uma espécie protegida por lei.

Existem estudos para sua criação em cativeiro visando a produção de carne como substituto à caça predatória, mas ainda há poucos resultados práticos nesse sentido. Sua carne tem sabor próximo ao do porco e é mais magra porém com um sabor mais picante.

Nomenclatura

Tem havido discussões sobre a nomenclatura científica mais apropriada para a espécie. Atualmente, a nomenclatura Hydrochaeris hydrochaeris é a considerada válida (ITIS). Entretanto, pela sua etimologia, ὕδωρ (ýdor = água) + χοίρος (choiros = porco), muitos autores consideram Hydrochoerus hydrochoerus a nomenclatura mais coerente e apropriada. 

Cutias

Na Fazenda Inhapim do Brejo, as pacas e as cutias são criadas no mesmo piquete. Porém, neste caso, é necessário a utilização de caixas-ninho diferentes para cada espécie.

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A Cutia (Dasyprocta aguti), também conhecida como acuchi, acouti, aguti e acuti, é um mamífero roedor da família Dasiproctidae, gênero Dasyprocta, de pequeno porte, medindo entre 49 e 64 centímetros. Sete espécies de cutias habitam o território brasileiro.

Etimologia

O termo "cutia" é originário do termo tupi para o animal: aku'ti.

Descrição

As cutias têm apenas vestígio de cauda, extremidades anteriores bem mais curtas que as posteriores, e pés compridos com cinco dedos, sendo três desenvolvidos, com unhas cortantes equivalentes a pequenos cascos e o quinto dedo muito reduzido. Herbívoras, as cutias se alimentam de sementes e frutos. Costumam fazer uma coleta cuidadosa na época de abundância para utilização em épocas de escassez. Sua coloração é variável entre as espécies.

A sua pelagem apresenta um efeito especial, aparentando ser dourada. Cada pelo possui zonas de várias cores, desde branco a castanho escuro. Este efeito de zonagem, comum em muitos outros animais tais como o lobo-cinzento, é causado por uma substância chamada eumelanina, que, durante o crescimento do pelo, é produzida de forma intermitente, dando origem a esse efeito. Por esta razão, é usada a designação "aguti" para se referir genericamente a este efeito na pelagem dos animais.

Queixadas

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O queixada (Tayassu pecari) é um mamífero artiodátilo da família dos taiaçuídeos. Também é conhecido pelos nomes de canela-ruiva, pecari, porco-do-mato, queixada-ruiva, queixo-ruivo, sabacu, tacuité, taguicati, taiaçu, tajaçu, tanhaçu, tanhocati, tiririca, miguel, "cucu", "culo", "corretucu", "fenomeno", "xuxa-preta"'. Morfologicamente, é muito semelhante ao caititu (Tayassu tajacu) do qual é simpátrico (compartilha do mesmo habitat).

De hábitos diurnos e terrestres, é encontrado desde o Sul do México até o Nordeste da Argentina. Possui cerca de 1 metro de comprimento e pelagem negra com o queixo branco. Vive em bandos que chegam a somar mais de trezentos indivíduos.

Esse animal é amplamente considerado o mais perigoso dos taiassuídeos; diferentemente de seus tímidos parentes, os queixadas atacam de forma agressiva qualquer inimigo se acuados, e quando um deles está ferido, é normal todo o bando voltar-se para defendê-lo. Há relatos de onças, e até mesmo, porém mais raramente humanos que foram mortos por bandos de queixadas furiosos.

Alimenta-se de frutas, sementes, brotos, raízes e folhas, e também de pequenos invertebrados e presas como sapos, lagartos e filhotes de aves. A gestação dura aproximadamente 160 dias, após o que nascem, em geral, dois filhotes.

Pacas

Na Fazenda Inhapim do Brejo, as pacas e as cutias são criadas no mesmo piquete. Porém, neste caso, é necessário a utilização de caixas-ninho diferentes para cada espécie.

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A paca (Cuniculus paca) é uma espécie de roedor da família Cuniculidae. Anteriormente era denominada Agouti paca.

Etimologia

O termo "paca" se origina do nome tupi para o animal, paka, que também significa "vigilante, desperto, sempre atento".

Características

Geralmente tem duas gestações por ano de normalmente um único filhote, embora, apesar de raro existem casos gemilares. Notívaga, alimenta-se de frutas ou raízes. Assim como a capivara, era encontrada originariamente em quase todo Brasil.

Se caracteriza pelo seu pelame duro e eriçado, vermelho com manchas brancas. As pernas são fortes e terminam em grandes unhas afiadas. Possui quatro dedos nas patas dianteiras e cinco nas traseiras. Sua cauda é minúscula.

A paca é encontrada na América do Sul, desde a Bacia do Rio Orinoco até o Paraguai. Animal de faro apurado e de ouvido aguçado, vive nas florestas tropicais, de preferência perto de um rio ou riacho. É boa nadadora e gosta da água, que é o local onde ela se refugia quando está em perigo. Sua toca tem muitas saídas de emergência, bem escondidas por folhas. A paca passa o dia na sua toca. Sai para se alimentar somente quando não estiver enluarado: nas fases de lua nova ou crescente, a paca espera a lua se pôr para sair da toca; nas fases de lua cheia e minguante, sai da toca e volta antes de a lua nascer. Ali na toca, a fêmea tem suas ninhadas. Normalmente, gera um filhote por ninhada. Geralmente, as pacas trilham caminhos nas matas, os quais são chamados de carreiro e, por estes caminhos, sempre trafegam em busca de comida, passando por eles todos os dias.